Sobre a Cherry Energy

Antes de criar a Cherry, eu já acompanhava mulheres empreendedoras há algum tempo e uma coisa começou a se repetir nas nossas conversas.
Muitas delas sabiam que tinham um bom trabalho, acreditavam no próprio negócio e queriam crescer, mas sentiam que a marca ainda não conseguia transmitir tudo aquilo que elas enxergavam nela.
Era como se existisse uma distância entre a empresa que elas estavam construindo e a forma como ela aparecia para o mundo.
Eu conhecia bem essa sensação porque minha própria trajetória também foi construída em diferentes fases. Antes de trabalhar com branding e identidade visual, passei anos dentro do financeiro, empreendi no varejo, trabalhei com outras mulheres, estudei terapias integrativas, criei a Prímula Natural e comecei a me aprofundar cada vez mais na relação entre autoestima, identidade e negócios.
Quanto mais eu conhecia essas mulheres, mais percebia que a forma como elas enxergavam a si mesmas aparecia também na forma como conduziam suas empresas.
Uma mulher podia ter uma ideia incrível e ainda sentir dificuldade de mostrar o valor dela. Podia conhecer profundamente o próprio produto e mesmo assim olhar para a sua comunicação e sentir que faltava alguma coisa. Em muitos casos, o negócio já tinha crescido por dentro, mas a marca ainda não mostrava essa evolução por fora.
Foi dessa percepção que a Cherry Energy se tornou uma extensão natural do meu trabalho.
Aqui, identidade visual e branding são usados para transformar aquilo que já existe dentro de uma marca em algo que também possa ser percebido por quem está do lado de fora.
A personalidade começa a aparecer nas cores. A intenção aparece nas imagens. O posicionamento começa a orientar escolhas que antes eram feitas apenas pelo gosto do momento. Aos poucos, cada ponto de contato passa a contar a mesma história e a marca começa a ocupar o lugar que aquela mulher sempre imaginou para o seu negócio.
Talvez seja por isso que eu goste tanto da imagem da cereja no topo.
O símbolo da Cherry traz uma mulher usando uma coroa e, bem no alto dela, uma cereja. A mulher continua sendo a rainha porque tudo começa com ela, com a sua visão, com aquilo que decidiu construir e com o lugar onde quer chegar. A Cherry entra como esse toque capaz de ajudar o negócio a expressar toda essa potência de uma forma mais clara, bonita e reconhecível.
Ela não substitui o que já existe.
Ela revela.
Porque, algumas vezes, você já construiu quase tudo aquilo que precisava.
Só estava faltando a cereja no topo. A Cherry é a energia que faltava no seu negócio.
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